O ritmo de produção de conteúdo informativo mudou radicalmente nos últimos anos. A extração de dados aliada a tecnologias de inteligência artificial (IA) e computação em nuvem, englobando todos os tipos de mídia, abriu caminhos inovadores para a formulação de notícias.
A inteligência baseada em dados e as redes sociais impulsionaram o surgimento de jornalistas-robôs, bem como notícias divulgadas por escriturários menos burocráticos. Tais desenvolvimentos têm mudado e não são permanentes, trazendo consigo grandes desafios para a ética e a licença do jornalista.
Notícias dinâmicas: como lidar com o volume de informação
Com o advento de métodos de computação em nuvem e a inteligência artificial, a produção de conteúdo informativo tornou-se mais flexível e a reação aos temas de notícias tornou-se muito mais rápida. Essas técnicas computacionais fornecem abundantes escolhas estratégicas para a formulação de absolutamente qualquer tipo de notícia. Por outro lado, este enorme volume de informação também tem seu lado negativo. Alguns usuários têm usado ferramentas de ‘inteligência artificial’ de maneira indevida para divulgar notícias falsas, poluindo ainda mais o ecossistema jornalístico.
Novas ética e licenças e o papel dos agentes reguladores
O desenvolvimento de tecnologias disruptivas trouxe ao debate de maneira significativa a questão da ética e licença do jornalista. A quem caberia a responsabilidade de regulamentar tais atividades? Como assegurar que produtos informativos de robôs sejam legítimos e com credibilidade? Esses são só alguns dos debates que rondam as últimas tendências noticiosas.
Neste contexto, caberá aos organismos reguladores e publishers estruturarem uma ética e regulamentação adequada para a integridade do conteúdo noticioso que precisa acompanhar o ritmo desta nova era das notícias.
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